A invenção do microscópio óptico ocorreu no século XVI e permitiu aos cientistas a possibilidade de observar o que não era possível a olho nú. A prática de observação de embriões pode ser experimentada na mesa ao lado da porta, onde visitante poderá visualizar um embrião de galinha. Esta coleção possui nichos com diferentes fetos portadores de anomalias congênitas. Tais anomalias podem ser definidas como alterações funcionais ou estruturais do desenvolvimento embrionário/fetal. Algumas delas possuem causas genéticas, outras podem acontecer em função da exposição de embriões e fetos a radiações, substâncias químicas, vírus, bactérias ou protozoários causadores de doenças.

As anomalias que poderão ser observadas nesta exposição são: teratoma sacrococcígeo; contraturas musculares; cebocefalia (narina única); fissura labial bilateral; higroma cístico; ictiose lamelar; espinha bífida oculta; hidrocefalia; meroanencefalia; meroanencefalia; meroanencefalia e fissura labial mediana; meningocele craniana occipital; holoprosencefalia; holoprosencefalia; e raquisquise e meroanencefalia.

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